A dupla jornada de trabalho feminina – Como vencer esse desafio?

Dupla Jornada de Trabalho Feminina

Dupla jornada de trabalho feminina é um termo que se tem ouvido falar com frequência principalmente depois do início da pandemia. Essa já era uma realidade antes, mas com a crise causada pelo COVID tivemos uma série de agravantes que levaram as mulheres a uma sobrecarga num nível ainda maior. 

Mas, será que é possível encontrar uma maneira de lidar com essa situação? O que fazer? Vamos falar sobre isso neste artigo.

Dupla jornada de trabalho feminina – Um retrato social

A jornada de trabalho feminina vai muito além do que imaginamos, está intrínseco na nossa sociedade se tornando um retrato social.

Sabemos o quanto foi importante para as mulheres a conquista do direito de trabalhar fora e terem sua independência.

No entanto, toda essa liberdade trouxe novos desafios, porque mesmo indo para o trabalho externo, as tarefas domésticas e a criação dos filhos continuaram sob sua responsabilidade. 

O resultado disso é justamente a dupla jornada de trabalho feminina causando até mesmo o esgotamento.

Com toda certeza você conhece uma mulher que, além de trabalhar e construir a sua carreira profissional, ainda cuida de sua casa, dos filhos e de todas as demandas da família, talvez você que está lendo agora esse artigo seja uma dessas. 

O que se faz entender que tão importante quanto ter a liberdade de trabalhar e estudar é ter a divisão justa do trabalho doméstico e responsabilidades com a criação dos filhos, mas sabemos que nem todas as mulheres têm acesso a rede de apoio ou qualquer tipo de ajuda. 

Então, o que fazer? Como lidar com a dupla jornada de trabalho feminina? Continue nesse artigo e descubra a seguir nos próximos tópicos. 

Exaustão materna – Um outro lado da dupla jornada de trabalho feminina

Produtividade do Freelancer

Falando de dupla jornada de trabalho feminina, não podemos deixar de mencionar especialmente as mães com carreira que sofrem diretamente com o esgotamento materno. 

Se tratando de maternidade já é um desafio “dar conta de tudo”, pois conforme mencionado no início, culturalmente falando, a mulher já carrega toda a responsabilidade da criação, gerando assim uma sobrecarga, que por sua vez não é falada na maioria dos casos por conta do sentimento de culpa. 

E o que tudo isso quer dizer? Quer dizer que, além dessas mães sofrerem com a exaustão materna, elas também têm que lidar com a culpabilização delas mesmas (e de outros), por estarem se sentindo cansadas ou trabalhando fora. 

É quase como se elas tivessem que ser a Mulher Maravilha a todo momento, e quando não são, significa que talvez não estejam sendo tão “boas mães” quanto pensam ou esperam, o que não é uma verdade. 

Juntando esse fator com a carreira profissional e a dupla jornada de trabalho feminina, esse sentimento de culpa pode se agravar um pouco mais. 

Várias mulheres já declararam, inclusive em estudos, que se sentem mal por trabalharem fora, porque acham que não estão dando tanta atenção para os filhos como deveriam, mesmo elas amando o que fazem e se sentindo realizadas profissionalmente. 

O que acontece é que esse sentimento de culpa foi imposto culturalmente por conta da idealização da vida materna perfeita. 

Por essa razão é importante que a mãe entenda que está fazendo o seu melhor, dentro de suas possibilidades e que não deve se comparar com ninguém. 

A mãe perfeita É VOCÊ SIM, porque é a que seu filho precisa e com certeza admira mesmo sendo pequeno. 

Mas claro que existem alguns “truques” para evitar sentir a culpa materna ou amenizar os efeitos de uma dupla jornada de trabalho feminina, vamos falar disso a seguir.

É importante saber o que não fazer!

Saber o que não fazer é tão importante quanto saber o caminho que deve ser seguido, sendo assim vamos a lista de situações que devem ser evitadas para tornar essa jornada um pouco mais tranquila. 

Xô COMPARAÇÃO!

A comparação na jornada dupla de trabalho feminina é a inimiga da saúde mental. Pense que muitas mulheres possuem situações diferentes das suas, talvez uma rede de apoio maior, condições mais favoráveis, então não compare seus resultados e cansaço com outras. 

Foque no que você consegue fazer e não seja tão dura consigo mesma, com certeza já está dando o seu melhor.

Não ter uma rotina pode complicar ainda mais

Já falamos mais acima que em um mundo ideal, os afazeres domésticos também seriam divididos de forma igualitária, porém não é todo mundo que possui pessoas “dispostas” a fazerem a sua parte. 

Algumas mulheres são mães solo ou não possuem rede de apoio alguma, e mesmo as que possuem também precisam de organização. 

Pense que uma casa é como uma empresa e agora vamos fazer um exercício de imaginação, imagine:

O que acontece com um negócio quando não há o mínimo de gestão? As coisas vão andar cambaleando até falir, certo? A mesma coisa pode acontecer em uma casa. 

Temos vários departamentos, financeiro, compras, limpeza, manutenção, lazer, enfim, vários. E é justamente por conta disso que se faz necessário ter uma rotina de organização e horários que facilitem a vida da família e consequentemente da mulher. 

Dividir horários, distribuir tarefas entre os integrantes da casa (até os filhos pequenos), é essencial para equilibrar a rotina da dupla jornada de trabalho feminina. 

Mas calma, se você ainda não tem uma rotina estruturada, comece aos poucos e sem cobranças até para não aumentar a pressão diária. 

NÃO PEDIR AJUDA!

Você não precisa ser forte o tempo todo, A GUERREIRA, e levar a dupla jornada de trabalho feminina SOZINHA. 

Muitas vezes as mulheres estão tão acostumadas a “darem conta” de tudo que, simplesmente, assumem todas as responsabilidades e não pedem ajuda, quando na verdade não precisam fazer isso. 

Claro que há casos e casos, nem todas possuem rede de apoio, porém pare e pense: Será que não há ninguém que eu possa ao menos desabafar?

Se você não falar que precisa de uma mão, as pessoas ao seu redor não vão saber, então não tenha medo.

“Ahh mas e se a pessoa não quiser ajudar?” – Pode acontecer, mas pelo menos você tentou e vai surgir alguém que esteja disposto a te auxiliar em algo. 

Algo que pode facilitar lidar com a dupla jornada de trabalho feminina, é se associar com outras mulheres e criar a sua própria rede de apoio, onde vocês se apoiam entre si.

Existem vários grupos que se reúnem trocando dicas, experiências e até mesmo ajuda com tarefas, filhos, dentre outras. 

Você não precisa estar sozinha pra tudo!

E quem diz isso pra você agora? Uma staleira que é mãe, empresária e que vive essas situações na pele, a Amanda Ribeiro da Me Nota Digital. 

Esperamos que você tenha gostado e tirado proveito desse artigo, aproveita e já compartilha com aquela amiga que também precisa ler esse texto. 

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